segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Centro de gravidade



por Eder Ferreira


Meu equilíbrio se foi

Para algum lugar inerte

No campo magnético

Dos pólos invertidos


Positivo e negativo

Norte e sul

Da terra que orbita

Os espaço preenchidos


Caí pela ladeira

Do caos desarranjado

Na esfera hemisférica

Perpendicular ao vazio


Olhei para frente

E para traz de minha nuca

Nada vi, senão um eixo

Que desprendeu meu desvario


Sentindo todo medo

Da distância regulada

Mostrei minha face

Mais vil e displicente


E antes que um teorema

Explique alguma coisa

Caí sobre a física

De teu corpo inerente

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